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quarta-feira, 18 de outubro de 2017

Nós e o concerto da Vida





-Enquanto o mundo gira/ gira/ gira/
Vagando...vagando /ao léu/
Pelo infinito sem fim...afora/
Nós cá/ lamentavelmente/ incautos/
Ficamos aqui.../absolutamente/
Vagabundeando/ atolemadíssimos//
Ao derredor de nossos próprios umbigos/
Tão-somente...sem percebermos/ sequer/
O voltear ligeiro do mundo apressado!

-Ah! Desculpe-me/ mas não há por que
Não dizê-lo...vez que tal fato é//incontestável/
Não há /portanto/ por que negá-lo ou escondê-lo enfim/..
É aconselhável/no entanto/ prosseguirmos/sabiamente/
A dar continuidade ao lindo concerto da Vida
Para o qual fomos.../veementemente/convidados...
A protagonizar com maestria e contentamento!

-Então...d’ora em diante/ pois/
- Afinem-se os acordes de nossos corações.../pulsantes/
- Exultem estes de alegrias e  gratidão/ infindas/
Pelo magnífico dom da Vida...a latejar em nós/lampejante/
- Que também os sons inefáveis do amor /efetivo/
(Que de nós deve ou devia transbordar sempre:
- Em atenção e dedicação...aos outros/ claro!)
Sonorizem  absolutos...nas ondas dos  corações
De quem/ por ventura ou desventura/cruzar conosco/
Ao longo do percurso / totalmente/imprevisível!

- Por fim/ que a musicalidade / esplendida/
Que emana da generosa partilha/ explícita//
De nosso preciosíssimo tempo /a esvair-se ligeiro/
(Para com todos que.../conosco caminham/lado a lado/
Pelas surpreendentes estradas da Vida...a fluir sem comedimento)
Orvalhe...ricamente/ de alegria/ encantamento e esperança...
O lindo concerto da Vida...do qual somos ou devíamos ser.../
Efetivamente/ verdadeiros Protagonistas...ENFIM!

RELMendes 18/10/2016

quinta-feira, 21 de setembro de 2017

Ficar a troco de quê... Se é Primavera?!





-Despi-me/ então/ rapidinho/da  frequente arrogância/
E revesti –me/completamente/ de envolvente ternura/
Só pra correr atrás dos meus lindos/ sonhos/...
Porque/ simplesmente/ é Primavera!

-Ao invés/portanto/de eu querer ensinar/ qualquer coisa/
A quem quer que fosse / enfim/
Dispus-me a ser/ então/apenas um total aprendiz/
- Na arte do bem conviver -
Só pra correr atrás de meus ardentes /sonhos/
Porque / simplesmente/ é Primavera!

-Lancei fora/ imediatamente/ o medo de evadir-me...
E desvencilhei-me/ totalmente/ de tralhas /inúteis/
Só pra perseguir  meus/ tão acreditados/ sonhos/...
Porque  /simplesmente/ é Primavera!

-Sem pestanejar /sequer/ então/
Passei a mão /na minha cachorrinha/
- E em quem mais quis vir comigo -
E sai em busca de novos amigos/
De uma boa prosa/ e/ sobretudo/
De um colo acolhedor/
Bem como/ também/de um tão anelado aconchego/
De há muito/ tão sobremaneira /esperado/
Porque/simplesmente/ é Primavera!

-Mas/ ah/ é preciso ficar /atento/
Pois quem ousa mudar o percurso /do destino/
-  sobretudo em sendo Primavera -
Também/verdadeiramente/ ousa correr
O esplendido risco /de ser feliz...a qualquer momento!

Por isso, depois de navegar /por anos/ em mares turbulentos/
Resolvi atracar/ definitivamente/meu barco/
- Cheinho de inenarráveis/ sonhos/ -
Num porto quase encantado/ porquanto
Porto/ desvestido de frívolas /aparências/
E repleto de abundantes mistérios...
Que vão/ aos poucos/ se revelando/
No cronos/ dos já antigos posseiros...desse encantado porto/
E não/ no tempo/ dos recém-chegados forasteiros!...

- Enfim/ se nesse porto imaginário/ quase encantado/
Pudermos contemplar estrelas /reluzentes/
E o luar prateado/de lá/ nos iluminar /contente/
E a vida/  por ali/nos permitir viver...
Toda sorte de ingênuas /estripulias/
Então lá/ fincaremos as estacas...
De nossa acolhedora /tenda!...
Porque/ simplesmente/ é Primavera!

Montes Claros, 22-04-2012
RELMendes

domingo, 17 de setembro de 2017

Um Arcanjo Escritor/ por encanto/ Passou por Montes Claros/ rapidamente!

                                 (In memória)


-Não é /nem será/ jamais/ sandice/ afirmar:
- Quem calaceou ou calaceava /desavisado/
Pelo Corredor Cultural /de Montes Claros/
- lá no fundo da sua bela igreja Matriz -
Corria ou correu/verdadeiramente/ o feliz/ risco/
De por lá/defrontar-se/cara a cara/inesperadamente/
Com um terno Arcanjo Escritor - que/ por encanto/
Passou /por nossa bela cidade/ rapidamente -
Cujo nome era:- Raphael Reys!...

-Esse terno /Escritor Arcanjo/ Raphael/ montes-clarense/
Sempre estava/ por ali /a cumprimentar / a todos/
- Os viandantes/ que/ por ali perambulavam/
Só por perambular/ou vadiar/ tão-somente/ -
Com generosa  gentileza /e candura/ aos flocos/
E a esbanjar/ sem economia/alguma/
- Pra quem quer que fosse/ sem exceção/ alguma -
Discretos sorrisos /acolhedores/ de inenarrável ternura/
Sem hesitar jamais/ em trocar /também /umas palavrinhas/doces/
Com quem quer que /por ali se encontrasse/ a vadiar/
Ou a se aculturar / tão-somente/-  quando apenas peregrino -/
Afim de que qualquer viandante/ quer da região/
Ou simplesmente/ de alhures/ desejasse/sobremaneira/
Retornar/ por ali ou por aqui// novamente/ sem hesitar... Jamais.

-Depois de orvalhar de ternura/ aquele ambiente/ inteirinho/
Ele/ o terno Escritor Arcanjo/ Raphael/ montes-clarense/se esvaia/
Sutil e sorrateimente/ sabe-se lá /pra onde/ nem pra quê/
Quiça/ para se reabastecer /de divinal inspiração...
E depois/ no dia seguinte/ compartilhá-la /prazerosamente/ conosco/
- seus amigos de há tempos/ pra felicidade nossa/ graças a Deus/ -
E com todos os demais que /ansiosamente/ esperavam o seu retorno
A cada novo alvorecer/ para degustá-la em forma de interessantíssimas
Crônicas/ sempre muito inteligentes e/ sobretudo/ muito gostosas/
 De se ler e reler/ por incontáveis vezes!

Montes Claros (MG), 17-09-2017
RELMendes

domingo, 10 de setembro de 2017

Talvez/ só mais um cadim de ternura bastasse (Para que o mundo fosse bem melhor!)


-Assunta só:

-A sábia árvore/ velha/ sempre oferta/
Generosamente/ sem avareza /alguma/
Sua deliciosa sombra fresca e abundante/
A quem dela se achega cansado/ da caminhada/
Pra descansar/ um pouco/e refrescar-se/ à sua sombra.

-Mas assim sendo/ a velha árvore/ frondosa/e sábia/
Só deixa transparecer / apenas/ a olhos curiosos/
A agradável sensação de prazeroso frescor.
Destarte/ então/ela /a sábia árvore/ velha/
Consegue camuflar /totalmente/ até muito bem/
A feiúra de suas raízes /por vezes/
Completamente/desnudas!...
 
-Pois/também/ à parecença da sábia árvore/ velha /
O ser humano/ (ao envelhecer) deixa/ à mostra/
Por vezes/ suas afloradas raízes (quer feias ou belas)
Que ora /pela indelicadeza/ espantam /os curiosos/
Que imprudentes/ delas/ se aproximam...
Ora/ por conta de tanta ternura/
Encantam àqueles que /deslumbrados/
Inebriadíssimos/ as contemplam/ boquiabertos!

-Portanto / feliz / então/daquele ser humano/abençoado/
Que/ desde o seu nascer/ fincou suas raízes/
No singelo canteiro da doce /ternura/ para absorvê-la/
Porque sempre será capaz de surpreender/ a todos/
- Com um sofisticadíssimo/ encantamento -
No divino momento /de qualquer encontro!...

-Pois/ à parecença dos belos ipês /lilases/
O ser humano que sempre se alimentou
Com a saborosa seiva da agradável/ ternura/
Mesmo que já vivendo/ na ancianidade /tão temida/
Ele sempre semeará /prodigamente e/ sobretudo/
Surpreendentemente / pétalas de gentileza/
Ao entorno /de tudo/ e evidentemente/ de todos/
Por onde pisarem seus pés /delicados/
De bondoso e terno/ mensageiro da Ternura!...   


Montes Claros(MG), 01-04-2012
RELMendes

sábado, 9 de setembro de 2017

UM SAVEIRO DE VERSOS SINGELOS


-Ó saveiro de meus singelos /versos/
Singra... Singra... /sereno/
Nas águas /caudalosas /das lembranças/...
Sob o impulso da venturosa /esperança/
E do forte desejo de que não soçobres /jamais/
Na vereda florida de meus sonhos.../Apenas!

-Ah, deixem que o saveiro de meus singelos versos...
Percorra sereno o trajeto de corações /curiosos e carentes/
E que depois/ bólido/ parta / novamente/
Em busca de outros corações,
Que a vigiá-lo/ ansiosos/ o esperam!...

-Ah! Deixem que o saveiro de meus singelos /versos/...
Resvale /em qualquer lugar/ sem ancorar /jamais/
Para que possa saciar e ungir...
Com melódicas /estrofes poéticas/
Àqueles que desejam besuntar-se/ por elas...

-Por fim/ ah/ deixem que o saveiro de meus singelos/ versos/
Velejando / lentamente/ num mar de ternura/ sem fim/
Atraque/ sem constrangimento algum/lá/pelos campos
De “Capim Dourado” no “Jalapão do Tocantins”/
Onde repousam minhas recordações...
E uma imensa saudade/ sem fim!...

Montes Claros, 08-08-2011
RELMendes

O sorriso cativante de minha amiga Marlene Marques


-Como deixar enfim/ de encantar-se/ completamente/
Com teu largo e lindo sorriso/ tão gracioso/
Ora tão dissimulado
Mas sempre a lampejar /sem termo/
Ora tão sorrateiro
Mas sempre tão aconchegante e/ abrasador/
Diga-nos / pois/ se te aprouver/ou quiser/
Ó adorável e terna amiga /Marlene /
Mimosa flor /desse amado/ Sertão agreste?

-Ora! Como não decantar/ em prosa e versos/
Ainda que singelos/ esse teu cativante sorriso largo
Se não sorris só com os teus belos lábios
E se/ ao sorrir/ tu’alma transborda Vida
A lampejar sem termo/ por tua face /inteirinha/ lindinha?

-Ah/ assim não dá não/ Ó adorável e querida/ amiga!
Pois diante da suavidade deste teu lindo sorriso/ gracioso/
Não há Sertão que se aguente/sem se inebriar/completamente/
Nem tampouco Sertanejo/ que se preze/ sem se enamorar/
Por ti / que não perca a cabeça e o coração/ totalmente/
Ao ver teu sorriso rasgar-se/ tão radiante e gracioso/ de tanta Ternura
Que dele flui/ naturalmente/ por onde quer que/ faceira/ caminhes...
A distribuí-lo/ sem nenhuma avareza / sequer!

-Ah/ como por ti palpita /nosso coração/ ao contemplarmos
 Esse teu Sorriso abrir-se/ pra gente/Ò cativante amiga!
-Ah/ como por ti lateja /de felicidade/ nossa cabeça/ ao nos depararmos Com esse teu cativante sorriso pelo nosso caminho/ amiga carinhosa!

REM Mendes 05/09/2017


sexta-feira, 8 de setembro de 2017

O VERSAR DO POETA-MOR/ AROLDO/ VIAJA ALHURES



Ah! AROLDO/ o nosso poeta-mor/ verseja mundo afora/
Pois sem parar/ jamais/ nem um só dia /sequer/
- Seu divino ofício de versejar / constantemente/  -
Ele está sempre poetizando a Vida a fluir...em qualquer canto/
Por onde quer que ela esteja a pulsar!

-Seus versos/ de vate versejador /inspirado/
Transpuseram os montes das Gerais...
E / de há muito/ porquanto/ orvalharam os alhures
Dos vales da imensa paulicéia /desvairada/
- Que atentos ouvem o seu versejar afoito -
Bem como os do seleto aconchego da “Casa das Rosas”
Que/ pelas ledices poéticas de Aroldo / logo escancarou-lhe
Suas portas/ seletivas/ e rendeu-se/ totalmente/
À mineirice pujante/ do seu lampejante Poetar /inigualável/
Que / indubitavelmente/a todos nós /sem exceção de ninguém/
Muito faz nos PENSAR!

Rel Mendes 01/09/2017