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sexta-feira, 28 de abril de 2017

Não me atenho a Pretéritos



Óh abusadas brisas das lembranças
Leva depressa daqui
De cá de dentro de mim
Qualquer sonho de Amor
Que não vivi plenamente
Pois eles para mim jazem
Complemente... Em algum lugar
Mesmo porque desses sonhos
De Amor lá do pretérito, por decerto,
Já não mais me lembro  
De nenhum sequer!

Fluam outros novos sonhos Ora!
Pois à toa estou eu aqui agora
Senão ventos violentos
De alhures ou mesmo daqui
Sussurrar-me-ão...novamente,
Amores breus... Escusos... Cênicos!
E não os quero, no momento.

Terei eu outros devaneios sim
E bem os quero por demais agora
Em neon lilás doravante... Quiçá!
Os em breus entretanto, se os tive,
Sepultaram-se lá no Pretérito distante.
Despertá-los às essas alturas da Vida
Seria lambuzar-se, novamente,
De incontáveis desencantos e descontros
Totalmente inconcebíveis,
Neste agora...
Porquanto urge –me, neste então,
 Outros Sonhos, muito mais lindos, enfim.  

RELMendes 27/04/2017


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